Oi gente!
Nesta semana me dei conta que a primavera chegou. Não porque vi a moça do tempo no jornal da TV... Mas, sim, por perceber que os pássaros estão cantando mais... E muito mais! Até estranhei a cantoria! Foi quando percebi que a Primavera chegou...
Oficialmente ela começa amanhã, bem cedinho, mas ninguém avisou os sabiás! Eles cantam, há algum tempo, tão bonitinho aqui no muro... Assim como os Joões-de-barro (é assim o plural?). Tem bastante canários da terra que fazem uns barulhinhos bem bonitinhos, mas esses gostam de ficar no fio do poste. Os bem-te-vis também estão animadinhos... Aliás, não vi mais o bem-te-vi ousado que roubava grãos de ração da Frida e tentava quebrá-los bantendo na cerquinha me dando vários sustos!
As minhas moreias estão floridas novamente e a muda de Jacarandá que plantei em 2007 ressuscitou! Eu havia dado ela como morta. Quando a plantei, do lado de fora do terreno, lá na frente, ela media uns 15cm. Cresceu e secou. Agora brotaram algumas folhas e mede aproximadamente 1m!
Estes dias que fico em casa me dão a oportunidade de observar várias coisas que antes eu nem imaginava que aconteciam.
Tanta observação me fez lembrar que neste mês completamos 4 anos morando na edícula!!!!!!!!!!! Fiquei realmente impressionada com esse dado. Passou tão rápido!
Com essa informação fiz algumas reflexões:
1) Nossa quanto tempo!
2) Estamos muito bem adaptados em morar na edícula, se não, já estaria ficando louca!
3) É tão agradável morar nessa rua, nesse bairro... Confesso que já pensei em trocar o terreno por alguma coisa menor, mas pronta. Mas já me arrependi de ter tido estes pensamentos!
4) Não será um problema morar mais um pouquinho na edícula até conseguirmos a verba da construção da casa nova.
Estou muito mais tranquila... Isso me faz bem!
Vou contando as novidades por aqui... Até breve!
Beijoca!
saga
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Retificando - compra do terreno
Gente, esqueci um detalhe importantíssimo!
Quando compramos o terreno demos o carro como entrada... A incorporadora aceitou, e a gente entregou... =(
Ele entrou no rolo no valor de R$ 17.000,00.
Beijoca
Quando compramos o terreno demos o carro como entrada... A incorporadora aceitou, e a gente entregou... =(
Ele entrou no rolo no valor de R$ 17.000,00.
Beijoca
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
IGP-M: cuidados com a negociação de um imóvel
Oi gente,
Antes de falarmos dos projetos da casa, lembram que eu falei que tivemos um probleminha com os ajustes nas prestações do terreno? Então, muito cuidado ao negociar um imóvel... Nós caímos na lábia do corretor da imobiliária que nos garantiu que as parcelas seriam FIXAS e que quando o IGP-M (Índice Geral de Preço de Mercado) sofresse alteração, essa alteração (porcentagem) seria aplicada sobre a parcela.
Pesquisamos o tal IGP-M e na época ele estava girando em torno 0,4%. Aí pensamos: R$ 1.043,00 + 0,4% = 1.047,17... A diferença era mínima, então achamos interessante e fechamos o negócio.
O problema é que nem o vendedor e mais ninguém nos explicou que o acréscimo seria progressivo! Ou seja, no mês seguinte não seria os 1.043,00, mas sim os 1.047,17 + 0,4% e assim sucessivamente!
Aplique isso em 60 promissórias e serão arrancados os olhos da cara!!!
Nós lemos e relemos o contrato antes de assinar, mas apenas uma palavrinha, apenas UMA, em um documento de 8 páginas, sem parágrafos, espaçamento e demais formatações, que nós não demos importância, esclarecia como seria a progressão das parcelas:
[...]
Fica ajustado entre as partes que as parcelas acima referidas serão representadas por notas promissórias de mesmo valor e vencimento, emitidas pelos compradores em favor da vendedora, as quais serão corrigidas pelo índice do IGPM da Fundação Getúlio Vargas, mensal e cumulativa a partir desta data.
[...]
Podem dizer, "que mongos, está claro ali"... Mas, nós prestamos atenção em tudo o que estava descrito lá, e nesse trecho o que mais nos importou foi a parte do "notas promissórias de mesmo valor e vencimento...". Pois era isso que nos interessava e nos foi falado!
Cheguei a ir no Procon pedir orientação, mas a atendente explicou que essa negociação é bastante comum, é assim mesmo o reajuste e que não podia fazer nada porque eu não teria como provar a fala do vendendor.
Aí fizemos uma continha básica e chegamos a conclusão de que se a gente pagasse o quanto antes o terreno, menos seria aplicado o tal índice... Aí começamos a pegar TODO o nosso salário e entregar para a incorporadora e pagar de duas em duas parcelas, em dezembro, com 13°, eram quatro.
Teve mês que o IGP-M dava em 1%!! Em outros 0,04%. E eu ia rezando para o presidente Lula segurar a inflação (se ela disparasse, minhas parcelas iriam às alturas!!)...
Mas no final deu tudo certo, as parcelas terminaram em R$ 1.300,00 (que diferença né?)
Foi sofrido, mas mesmo corredo o risco foi um bom negócio, pois se comparado aos juros de um financiamento... Aff Maria!
Para saber mais, clique aqui.
Obs.: No mês de novembro-2010, o IGP-M foi de 1,45%!!! Se ainda estivéssemos pagando o terreno, estaríamos em prantos!
Beijocas!
Antes de falarmos dos projetos da casa, lembram que eu falei que tivemos um probleminha com os ajustes nas prestações do terreno? Então, muito cuidado ao negociar um imóvel... Nós caímos na lábia do corretor da imobiliária que nos garantiu que as parcelas seriam FIXAS e que quando o IGP-M (Índice Geral de Preço de Mercado) sofresse alteração, essa alteração (porcentagem) seria aplicada sobre a parcela.
Pesquisamos o tal IGP-M e na época ele estava girando em torno 0,4%. Aí pensamos: R$ 1.043,00 + 0,4% = 1.047,17... A diferença era mínima, então achamos interessante e fechamos o negócio.
O problema é que nem o vendedor e mais ninguém nos explicou que o acréscimo seria progressivo! Ou seja, no mês seguinte não seria os 1.043,00, mas sim os 1.047,17 + 0,4% e assim sucessivamente!
Aplique isso em 60 promissórias e serão arrancados os olhos da cara!!!
Nós lemos e relemos o contrato antes de assinar, mas apenas uma palavrinha, apenas UMA, em um documento de 8 páginas, sem parágrafos, espaçamento e demais formatações, que nós não demos importância, esclarecia como seria a progressão das parcelas:
[...]
Fica ajustado entre as partes que as parcelas acima referidas serão representadas por notas promissórias de mesmo valor e vencimento, emitidas pelos compradores em favor da vendedora, as quais serão corrigidas pelo índice do IGPM da Fundação Getúlio Vargas, mensal e cumulativa a partir desta data.
[...]
Podem dizer, "que mongos, está claro ali"... Mas, nós prestamos atenção em tudo o que estava descrito lá, e nesse trecho o que mais nos importou foi a parte do "notas promissórias de mesmo valor e vencimento...". Pois era isso que nos interessava e nos foi falado!
Cheguei a ir no Procon pedir orientação, mas a atendente explicou que essa negociação é bastante comum, é assim mesmo o reajuste e que não podia fazer nada porque eu não teria como provar a fala do vendendor.
Aí fizemos uma continha básica e chegamos a conclusão de que se a gente pagasse o quanto antes o terreno, menos seria aplicado o tal índice... Aí começamos a pegar TODO o nosso salário e entregar para a incorporadora e pagar de duas em duas parcelas, em dezembro, com 13°, eram quatro.
Teve mês que o IGP-M dava em 1%!! Em outros 0,04%. E eu ia rezando para o presidente Lula segurar a inflação (se ela disparasse, minhas parcelas iriam às alturas!!)...
Mas no final deu tudo certo, as parcelas terminaram em R$ 1.300,00 (que diferença né?)
Foi sofrido, mas mesmo corredo o risco foi um bom negócio, pois se comparado aos juros de um financiamento... Aff Maria!
Para saber mais, clique aqui.
Obs.: No mês de novembro-2010, o IGP-M foi de 1,45%!!! Se ainda estivéssemos pagando o terreno, estaríamos em prantos!
Beijocas!
Trâmites para começar a pensar em uma obra
Oi gente!
1) Levantar documentação de quitação do terreno (Última promissória, mais documentos do contrato registrado em cartório etc.);
2) Levar documentação no Cartório de Registro de Imóveis (é outro cartório que enfia a faca! O Registro de Imóveis saiu por R$ 700,00!!);
3) É claro que faltou documentação (eles nunca facilitariam as coisas... avisaram 1 mês depois), levar mais papéis no Registro de imóveis;
4) Após 60 dias, buscar o Registro de Imóveis comprovando que o terreno É NOSSO (essa parte foi a mais legal!);
5) Levar o Registro de imóveis na Prefeitura, setor de finanças, para eles registrarem que o terreno é nosso no sistema e o IPTU vir no nosso nome;
6) Levar no setor de urbanismo da Prefeitura o documento que comprova que o IPTU já está no nosso nome e pedir uma certidão de endereço;
Pronto! Está tudo certinho!
Se não fosse o pequeno problema de o nome da rua estar errado no Registro de Imóveis! =(
Depois de termos feito a escritura de contrato de compra e venda, a Prefeitura mudou o nome da rua, e agora teremos que fazer uma averbação no Registro de Imóveis que é feito com base na escritura... e é claro que isso tem custo...
Com os documentos todos certinhos, procuramos uma arquiteta e ela nos orientou a contratar um topógrafo para ele fazer um levantamento topográfico do terreno. Foi importante que tudo estivesse certinho na Prefeitura porque é de lá que o topógrafo vai iniciar o trabalho dele (o nome da rua não trouxe problemas aqui).
Dica: Quando for contratar um topógrafo, acerte antecipadamente quem irá pagar a taxa do CREA. Nosso topógrafo, muito espertinho, fez um preço mais em conta. Mas depois, entregou o boleto do CREA para a gente pagar! Eu não queria pagar, mas o maridão achou melhor não arranjar encrenca.
Com o levantamento topográfico em mãos, a arquiteta iniciou o projeto arquitetônico da casa! Uebaaa!
No próximo post a primeira versão...
Beijoca!
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