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quarta-feira, 13 de junho de 2012

A palavra mais falada

Oi gente!

Hoje vim contar sobre uma reflexão que fiz aqui: qual é a palavra mais falada na minha casa. (Que coisa de quem não tem o que fazer!)

Aqui, a palavra mais falada é: Pina!

Isso! - Pina - o nome de uma das minhas gatas! Fiquei feliz por não ser um palavrão!

Eu cheguei a essa conclusão depois de notar como ela atende quando eu falo o nome dela. São várias as situações:

Pina dá a opinião sobre as coisas

- Pina, que cheiro bom desse almoço, né?

- Pina, o que vc acha de eu ir tomar banho agora?

- Pina, será que vai chover?

- Pina,q uanto tá o jogo?

Pina sabe das coisas

- Pina, cadê meu chinelo?

- Pina, cadê o controle remoto?

- Pina, por que seu pai ainda não chegou?

Pina é afrontada

- Pina, como vc está gordinha!

- Pina, chega de comer!

- Pina, eu não vou te dar um pedaço desse frango que estou cortando!

- Pina, que fedor! Aposto que soltou um pum.

Mas, na maioria das vezes a palavra "Pina" é dita sem motivo específico, apenas para encher o saco dela toda vez que topo com ela em casa: Pinaaaa, Pininha, PINAAAAAAAAAAAAA!

Ela, sempre que solicitada, dá uma olhadinha para a minha cara, ela atende de verdade! Mas vale ressaltar que a reação dela é:


ASSIM


AS VEZES ASSIM



E NA MAIORIA DO TEMPO ELA FICA ASSIM


E na sua casa? Qual é a palavra mais falada?

Beijoca!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A primavera chegou!

Oi gente!

Nesta semana me dei conta que a primavera chegou. Não porque vi a moça do tempo no jornal da TV... Mas, sim, por perceber que os pássaros estão cantando mais... E muito mais! Até estranhei a cantoria! Foi quando percebi que a Primavera chegou...
Oficialmente ela começa amanhã, bem cedinho, mas ninguém avisou os sabiás! Eles cantam, há algum tempo, tão bonitinho aqui no muro... Assim como os Joões-de-barro (é assim o plural?). Tem bastante canários da terra que fazem uns barulhinhos bem bonitinhos, mas esses gostam de ficar no fio do poste. Os bem-te-vis também estão animadinhos... Aliás, não vi mais o bem-te-vi ousado que roubava grãos de ração da Frida e tentava quebrá-los bantendo na cerquinha me dando vários sustos!
As minhas moreias estão floridas novamente e a muda de Jacarandá que plantei em 2007 ressuscitou! Eu havia dado ela como morta. Quando a plantei, do lado de fora do terreno, lá na frente, ela media uns 15cm. Cresceu e secou. Agora brotaram algumas folhas e mede aproximadamente 1m!

Estes dias que fico em casa me dão a oportunidade de observar várias coisas que antes eu nem imaginava que aconteciam.

Tanta observação me fez lembrar que neste mês completamos 4 anos morando na edícula!!!!!!!!!!! Fiquei realmente impressionada com esse dado. Passou tão rápido!
Com essa informação fiz algumas reflexões:

1) Nossa quanto tempo!
2) Estamos muito bem adaptados em morar na edícula, se não, já estaria ficando louca!
3) É tão agradável morar nessa rua, nesse bairro... Confesso que já pensei em trocar o terreno por alguma coisa menor, mas pronta. Mas já me arrependi de ter tido estes pensamentos!
4) Não será um problema morar mais um pouquinho na edícula até conseguirmos a verba da construção da casa nova.

Estou muito mais tranquila... Isso me faz bem!

Vou contando as novidades por aqui... Até breve!

Beijoca!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Nova moradora

Oi gente!

Hoje vim contar sobre a nova moradora da nossa futura casa. A Chiquinha.
É uma gatinha que ganhei da minha amiga Monique.

Ela se chama Chiquinha porque mia muito, parece o choro da Chiquinha do Chaves (é igualziinho!).

A Pina não gostou muito da ideia no começo, mas agora estão super amiguinhas! Vejam:





A Chiquinha é muito brincalhona e adora colo.
O único problema é que, depois que ela chegou, a Pina deixou de brincar com a gente, engordou bastante, tomou uma postura de gata adulta. Isso me entristeceu, pois adorava as gracinhas da Pina e agora ela só brinca de lutinha com a Chiquinha.

 =(

Beijoca!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Maré ruim

Oi gente!

Hoje vim aqui só para desabafar...
Ando numa maré tão ruim...
Primeiro foi o adiamento da construção da casa por causa do investimento na empresa do marido...

E agora, meu lindo gato Denorex morreu...




A gente está muito triste. Foram quase 7 anos de convivência... Eu não sabia o que era ser casada sem estar com o Denorex junto (a gente pegou ele logo que voltamos da lua de mel).
Agora cada vez que a porta da geladeira é aberta, falta um miadinho pedindo leite.
=´(

Como já contei aqui, ele não ficava preso em casa. Como era castrado, tinha liberdade de andar pelos terrenos vizinhos. Só que há uns 45 dias, ele andou brigando com um gato invasor aqui da rua. Foram vários combates. Ele se machucava e vinha pedir socorro para mim. Eu tratava, ele sarava e voltava a brigar.
Na última briga, foi atingido com um mordida na cara. Como já estava debilitado, a infecção foi muito grande e o veterinário não conseguiu reverter o quadro.

Schunf! Schunf!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Puxadim quase pronto

Oi gente!

Demos um salto no andamento da obra... Está bastante adiantada.

É claro que não é aquela maravilha, mas para aquilo que vamos usar, está ótimo!

Vejam:

O puxadinho já calfinado e com a janela. Aqui dá também para ver o telhadinho que vai proteger nosso carro até a construção da casa nova. Ele foi construído para também facilitar o trabalho do marido em dias de chuva, na hora de colocar e tirar coisas do carro.






Aqui o detalhe da parede calfinada e a marcação da porta que será colocada ainda hoje. Essa porta ganhamos da minha irmã, mostro ela quando estiver no lugar certo.







Aqui é o puxadinho por dentro, todo sujo, pois a Frida aproveitou para inspecionar a obra enquanto estávamos fora





Aqui é a Pina, no monte de areia, se sentindo a Nala do O rei leão (dá para ver um pedacinho do McQueen, apelido carinhoso que meus sobrinhos deram para o nosso carro).



Essa reforma não ficou nenhuma maravilha da arquitetura... Mas, "é o que tem para hoje".
Não adianta enfiarmos os pés pelas mãos para construir logo a casa nova e depois perder noites de sono por causa das dívidas. Graças a Deus, nós não temos dívidas e isso nos dá vantagens na hora de tomar decisões. Assim, estou triste por a bagunça em nosso terreno não ser por causa da construção da nossa casa nova (que ainda está no projeto em aprovação na Prefeitura, bah!). Porém, estou feliz por ter a possibilidade de adaptar o que temos para trabalhar por conta própria. Se a gente tivesse se desesperado e se enfiado em dívidas para construir a casa logo, com certeza não poderíamos se quer pensar em abrir uma empresa. ; )

Beijoca!

quinta-feira, 31 de março de 2011

A Frida fuma!

Eu sempre disse que a nossa cadela não bate bem da cuca...

Ela é muito estranha. Além das coisas que contei no post sobre os moradores, ela aprontou uma hoje que fiquei com vergonha: ela roubou o maço de cigarros dos pedreiros e picou em pedacinhos bem pequenininhos!

Será que ela leu o post de ontem?

Beijoca!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Denorex Aparecido apareceu



Eu já contei que o Denorex dá suas voltinhas por aí e quando ele lembra que tem família, volta para casa? Pois é, ele é um filho ingrato.

Hoje de manhã, ele chegou de um desses passeios. Só que os pedreiros estavam aqui.
Como os rapazes não tinham visto ele ontem, acharam que ele era um invasor e espantaram (com barulho mesmo) o coitadinho.

Aí o Denorex deu uns miados muito altos, não de brabeza, mas como se estivesse avisando "ei, eu moro aqui! Cale a boca!". Foi muito engraçado.

Eu recolhi ele, agora está dormindo no meu Maxflex!!! Que folgado!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Trambolhos da minha vida

Oi gente,

Hoje vou contar sobre uns trambolhos que me acompanham há 6 anos!! Ou melhor, desde a data do nosso casamento...

Vamos tratar do primeiro, o troféu da discórdia:



Esse troféu é do maridão, ele ganhou em um torneio de futebol de 1998. O problema é que os organizadores não pensaram nem um pouquinho nas esposas dos ganhadores, e entregaram um troféu gigante para os vitoriosos.
É claro que o maridex tem paixão pelo dito cujo e não deixa eu me livrar dele. Como se não bastasse ele ser enorme, é repleto de medalhas de futebol, karatê... Éééé, o maridão era um atleta!

Esse trambolho fica ocupando um espaço valioso na edícula, então resolvi dar uma utilidade para ele: agora ele é um pendurador de bolsas. Pronto! Achei uma utilidade para esse trambolho e minhas bolsas tem lugar próprio agora.



Vamos tratar do segundo trambolho, o cooler da Coca-cola que o marido ganhou quando trabalhava nesta empresa.



Esse trambolho serve para encher de gelo e bebidas para uma festa, aí cada um vai lá e pega sua própria bebida. Tá, eu confesso que é suuuper legal, mas para as festas que fazemos, nossa geladeira suporta muito bem... Então ele não tem muita utilidade... Usamos ele umas três vezes nesses anos todos.

Ele também é xodó do maridão, então nunca me atrevi dizer que o cooler me atrapalha. Afinal, pelo menos ele tem rodinhas (menos mau).
O problema é que também ocupa um espaço valioso na edícula. Então resolvi achar uma utilidade para ele também. Uso para guardar sacolas térmicas, mochilas e outras coisas que não são usadas com frequência.

Agora vou falar de um outro trambolho. Um trambolho que se mexe!

Esta criaturinha tem tantos lugares para descansar, mas vem tirar sua soneca das 20:00h bem no tapete que fica em frente à pia. Dá para lavar louça com este trambolho nos pés???



Tá, tá... É claro que o Denorex não é um trambolho. Ele me atrapalha para lavar a louça, mas eu nem ligo de fazer malabares só para ter ele perdinho, ronronando no meu pé... Que fofinho!!

Agora, voltando aos trambolhos de verdade, o que eles tem a ver com a construção da casa??????????????



É "ca-la-ro" que eles ficarão na edícula enquanto uma mobília linda e maravilhosa ocupa o espaço da nossa casinha!!!

Beijoca!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Estamos de luto...

Oi gente,

Estamos tristes... O adorável Max se foi...

Domingo passado ele estava amuado, não melhorou e o levamos no veterinário na terça-feira cedinho. Diagnosticaram infecção intestinal. Receitaram soro caseiro, aplicaram antibiótico e remédios para dores.

Seguimos as dicas e ele não melhorou, então o internamos sexta-feira cedo. Ele ganhou alta no sábado 16:30h. Estava animadinho, mas com uma respiração estranha... Chegou em casa, cheirou a Frida, fez cocô, demarcou território, abanou o rabo, mas a respiração continuava estranha. Vi que estava tudo bem e fui ver minha mamadi.

Quando voltamos ele estava estirado no chão... Com sinais que teve hemorragia.

Levamos o corpinho dele no plantão do veterinário, ele disse que poderia ter sido envenenado por um veneno que mata muito aos poucos, domingo passado (desconfio que não, pois assim a  Frida também seria envenenada). Também disse que poderia ter sido uma síndrome respiratória que o atacou por estar debilitado...

Agora não interessa muito o motivo, estamos muito tristes e com muita saudade!

Agora está estranho olhar o quintal e ver só a Frida Furacão... Que não demonstrou nada de diferente por ter perdido o "inimiguinho"...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O segredo dos animais

Não, não, não... Hoje não vou falar do filme O segredo dos animais... Aquele que comete um erro grotesco de apresentar um boi com tetas.





Vou falar dos segredos dos meus animais. Eles são muito lindos, maaassss:

1) O Denorex, na falta de leite, toma Ninho em pó dissolvido em água, se não, faz um escândalo.

2) O Max às vezes come cocô. (vi no blog do Dr. Pet que pode ser stress ou a simples vontade de ajudar o dono a juntar a sujeira deles. Acho que é a segunda opção).

3) A Frida, ao ouvir o barulho do caminhão de lixo, corre em círculos de uns 3m de diâmetro.

4) A Pina adora comer ração para cachorros.


Mas vamos deixar esses segredos para lá e revelar outra coisa: os estragos que os animais fazem em um quintal.


Isso tem me preocupado um pouco, pois depois que a casa nova etiver prontinha, vai doer muito ver essas criaturinhas destruindo o que a gente fez com tanto custo...

Por exemplo: a Pina e o Denorex adoram dar umas voltinhas nos terrenos vizinhos, mas ao voltarem, deixam a marca das patinhas no muro...



A Frida e o Max sempre caminham e correm pelo mesmo lugar na grama, isso fez com que ela morresse no "carreirinho" (como se diz no interior) que eles fizeram...



Esses e outros estragos, além dos custos para manter essa bicharada, fizeram com que nós tomássemos uma decisão: esses serão os últimos animais que teremos! Quando eles se forem, não vamos mais adquirir outros.

Será?

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Moradores - Pina

Oi gente!

Encerrando a série Moradores, apresentamos a Pina, nossa filha mais nova (os humanos já foram apresentados nas primeiras postagens do blog).



Ela surgiu nas nossas vidas em um momento muito triste, após o velório do Celso, irmão mais novo do maridones, que faleceu aos 26 anos em um acidente de carro em 2009, lá em Nova Aurora - PR.

Caminhando pela cidade eu e minha cunhada ouvimos um miadinho de filhote de gato no quintal de uma casa.

"Compaixonintosas" (roubando o termo do Maicon) batemos na casa e perguntamos por que aquele bebê gato estava "chorando".
A mulher explicou que uma gata havia dado cria no forro da casa dela e que aquele filhote havia caído pelo cano da calha. Mas o instinto maternal da gata não permitia ela largar os outros bebês para ir buscar o desgarrado.

Mais compaixonintosas ainda, fomos fuçar no mato do quintal da mulher. Quando encontramos o filhotinho nos derretemos... vimos aqueles dois olhinhos azuis olhando para a gente... não resistimos e levamos o gatinho para a casa da minha sogra.



Chegando lá (é óbvio que estava um clima de tristeza imenso) avisei o maridão que havia achado uma gatinha e que a levaria para Curitiba... Ele concordou.

Só que o bebê era tão bebê que não sabia comer e nem tomar leite na tigela... A solução foi improvisar fazendo uma "tetinha" de miolo de pão embebido em leite para ela "mamar". E deu certo!

Viajando para cá a gatinha não deu nenhum trabalho. Não fez sujeira e nem miou no carro.

No segundo dia, ela aprendeu a comer a tetinha de pão e leite e logo aprendeu a comer ração de latinha.

Ela era tão pequena que brincava de passar entre as alças do chinelo Havainas!
A filhotinha era bem brincalhona e se apegou muito na gente, ela escalava nossas roupas até chegar no nosso ombro! Tão bonitinha! Isso foi muito bom para dar um pouco de alegria pelo momento que o maridones estava passando.

O Denorex fez o maior escândalo quando viu a pequena invasora! Não parava de fazer aquele barulho que parece uma Ferrari acelerando... e ficava todo arrepiado. Eu achei que ele iria matar ela, mas parecia que na verdade ele tinha medo daquela coisinha.

Certo dia, o Denorex estava parado sentado abanando o rabo bem lentamente. A Pina se preparou toda para dar um bote e grudou no rabo dele (eu pensei: pronto, já era...). Ele virou e grudou nela e começou a lutar com ela, mas não era uma briga, eles estavam brincando como dois irmãozinhos! Nossa, ficamos tão felizes!!!

Depois desse dia a Pina não deu mais sossego para o Denorex. Sempre prega uns sustos nele.

(olha o Deno em cima da cadeira e a Pina querendo brincar)


Como ela não conviveu com a mãe, foi o Denorex que acabou ensinando as coisas de gato para ela. Por exemplo: ela não enterrava o cocozinho dela até eles ficarem amigos, também vivia remelenta até ver o Denorex lambendo a pata e passando na cara para limpá-la.


 
Aí veio o primeiro cio. Minha filha já era um mocinha aos 6 meses!!! (mandei castrar imediatamente).

O instinto maternal de dar banho nos filhotes se aflorou e ela começou a dar banho em todo mundo! No Denorex, no Max e até na gente. Vejam o vídeo para ver que não é mentira, a vítima era o Max, reparem na cara dele.


 
Como deu para perceber ela é uma gata meio tam-tam, mas tem mais:

- quando ela corre, faz um barulhinho tipo carro de F1!
- ela não pode ver um cobertor ou algo fofinho que começa a amassar com as patinhas e mamar como um filhote.
- Ela também reclama quando espirramos! Faz um barulho estranho...
- Ela tem o rabo quebrado, parece um "Z", deve ter sido na queda da calha ou de nascença (não tem conserto).
- Quando estou no chuveiro cantando, ela fica do lado de fora do box miando bem alto junto! Nos agudos da minha canção! É muito estranho!



 
Tenho certeza que quando nos mudarmos para a casa nova ela não vai querer ficar na edícula, pois é super companheira nossa. Onde a gente vai ela vai atrás, tipo: ao levar o lixo na rua, ela vai por cima do muro até o portão, e volta acompanhando nossas passadas (é tão bonitinha!).



Bom, essa é a nossa família estranha, espero que tenham gostado.

Os filhos humanos, só depois que a casa nova estiver pronta...

Beijoca!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Moradores - Frida

Oi gente!

Voltando à nossa série Moradores, hoje vou contar a história da Frida (a cadela auto-limpante).

Ela não é nossa. Apenas mora no nosso quintal.

olha ela lambendo o focinho


Ela apareceu por aqui assim:

Um dia, o maridão estava carpindo o quintal e viu um cachorro muito magro na rua arrastando uma corrente de uns 2m que estava amarrada em seu pescoço.

Com muito dó, o maridão foi até ele e lhe tirou a corrente.
Ainda com mais dó, lhe ofereceu água.
Com compaixão, lhe ofereceu ração do Max.
Com mais compaixão ainda, RECOLHEU O CACHORRO para o nosso quintal.

Eu olhei e não disse nada.

De repente, o cachorro começou a bater no trinco do portão como se quisesse sair.

Demos adeus e lhe desejamos boa sorte. E ele se foi.

Dali umas 2h, o tal cachorro começou a bater no trinco do portão desesperadamente, como se quisesse entrar! Com vergonha pelo escândalo que ele estava fazendo, deixamos ele entrar para parar com aquele barulho e deixar os vizinhos em paz.

E assim ele ficou, nunca mais bateu no trinco. Só que ELE era ELA. Então: E assim, ELA ficou.



Nossa intenção era levar uma foto no veterinário e ver se encontrávamos o antigo dono dela (cacofonia total). Mas pela situação em que ela estava, é ÓBVIO que não a queriam mais. Então, depois queríamos doá-la para adoção, mas depois de lerem as descrições que faço dela a seguir, será muito difícil alguém a querem. Vejam...

Antes da descrição dela, tenho que contar como arranjamos esse nome. Nós tentamos chamá-la de vários nomes comuns de cadelas, para ver se ela atendia. Mas nunca descobrimos o nome correto, ela nunca olhava.

Enquanto eu achava que ela era um macho eu a chamava de Fred (eu não chegava perto dela, pois tinha medo que ela me mordesse. Não sou medrosa em relação a cachorros, mas eu não a conhecia e ela poderia ser braba).

Ai o maridão, que já estava amigo dela, me explicou que era uma "menina". E assim, o Fred virou Frida.

Ela engordou e ficou bem bonita.

No final das contas, ela acabou ficando como cão de guarda para ajudar o Max. Eles se odeiam, mas não brigam. Fica cada um na sua.

Características da Frida:

- Ela tem um problema sério de gravidez psicológica. Depois de cada cio (ela e o Max não cruzam de tanto que se odeiam), ela acha um brinquedo, madeira, qualquer coisa no quintal, e faz daquilo seu filhote. Ela cuida, faz ninhos, fica toda nervosa quando chegamos perto do "filhote", cria leite nas tetinhas, é uma loucura!

- Como disse antes, ela é auto-limpante. É branquinha e está sempre limpinha. Mas NUNCA demos banho nela. Quando tentamos, ela avançou com tudo no maridão!

- Ela é muito louca! Pula e corre toda doida! Isso fez a gente se afastar dela enquanto caminhamos no quintal. Aí, usamos nossos conhecimentos de adestramento e conseguimos ensinar ela que só ganha carinho quando está quietinha sentada. Só que isso se tornou um problema porque agora a gente anda e ela corre e senta na nossa frente. Se a gente desvia, ela corre na nossa frente e senta de novo e é assim da casa até o portão e do portão até a casa.

Depois dessa descrição, é óbvio que nunca conseguiremos doá-la. E ela continua por aqui... Isso já faz uns 2 anos e meio e pelo jeito vai continuar e usufruir da casa nova também.

Beijoca!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Moradores - Max

Enquanto não acontece nada com o projeto ainda... Vamos continuar com a série Moradores da futura casa.

Depois do Denorex, o Max, nosso cachorro, surgiu em nossas vidas.

Foi assim: uma colega de trabalho do maridones perguntou: "Ei, você gostaria de ter um filhote de Pitbull?"

O maridão disse: "É claro!"

E ela disse: "então pega sua esposa e venham buscá-lo na minha casa."

Quando a gente chegou lá, demos de cara com ISTO:



Aquilo não era filhote de pitbull nem aqui e nem na China!!!

Mas, ficamos sem graça de rejeitá-lo, e o trouxemos para casa.

Ele é tão feinho... De tanto eu falar isso, acho que ele ficou traumatizado e com isso se tornou um cachorro bem humilde: é super bonzinho e obediente... mas é feio!



O pêlo do coitado parece arame farpado, assim ele não ganha muuuito carinho... A gente brinca bastante com ele, mas com um pouco de distância.



Um belo dia, resolvi levá-lo no pet para tosar. E aí veio a surpresa: o tatara-tatara-tataravô do Max era um pitbull!

Ou seja, temos um pitbull peludo!

Tosadinho deu para ver as características do cachorro: ele é super musculoso, tem uma cabeça grande e faz a maior pose de mau. (é claro que sem as orelhas cortadas não fica tão "mau" como todo pitbull, mas a gente nunca iria mutilar um animalzinho).




Ele é um amor cachorro e será mais um morador da nossa futura casa!



Beijoca!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Moradores - Denorex

Oi gente!

Enquanto não acontece NADA lá no nosso projeto que está na prefeitura, vou fazer uma série de postagens sobre os moradores da futura casa. Começando com o nosso filho adotivo mais velho, o gato Denorex Aparecido, também conhecido como Deno, Puf, Bola, Snif e Príncipe.



O Denorex surgiu nas nossas vidas junto com o casamento, naquela loucura dos preparativos, quando encontramos e alugamos a primeira casinha.

O maridão se mudou antes do casamento para lá para ajeitar tudo (ligar luz, água, receber e instalar os presentes etc.). Um dia, andando pela vizinhança, encontrou antigos amigos lá da cidade dele (foram um dos ganhadores do antigo Show do Milhão, a mulher ganhou R$ 400.000 ou R$ 500.000! Não lembro bem). Ao entrar na casa deles, viu uma gata gigante (a Sessi) amamentando dois gatinhos cinzas, bem pequenininhos. Aí o maridão "tocou a violinha" (como se diz no interior) pedindo um gatinho.

Eles toparam na hora, mesmo porque seríamos vizinhos e eles poderiam ver o gatinho sempre. O combinado era que depois da viagem de lua de mel nós iríamos buscá-lo.

Eu não vi os gatinhos, mas concordei na hora, pois sempre amei gatos. Seria legal ter um animalzinho de estimação logo no começo do casamento.

Depois da nossa viagem, o maridão foi buscar o gatinho. Ele queria chegar lá e escolher o mais fortinho e esperto entre os dois irmãozinhos. Mas uma tragédia havia acontecido com um deles: a criança moradora da casa estava com um dos filhotes no colo e caiu um tombo, esmagando o gatinho. O finado era justamente o mais viçoso. Então o maridão se contentou em trazer o outro mais chinfrim.

Chegando em casa, ele me mostrou aquela bolinha de pêlo cinza, todo arrepiadinho e cheio de PULGAS! Credo! (Minha amiga Regi estava lá em casa, lembra disso Regi? Que nojo).

Dei um belo banho no bichinho, e matei na unha as pulgas que sobraram (eca! Foi nojento, mas necessário).

Acho que essa cena criou o vínculo necessário entre nós (rs!). E foi nessa hora que o Maridão disse: "Ele irá se chamar Denorex" (não me pergunte o motivo).

Assim, com o tempo ele foi crescendo, e virou um gatão! Ele é bem grande, pesa mais de 5kg.

O Deno nunca foi brincalhão. A Sessi era uma pura persa, raça que não é brincalhona. E o Denorex puxou isso dela. Nunca fez estripulias de gatos. Não mia, não gosta de colo, não faz nada. Eu brinco que ele é um gato empalhado que a gente acha que é de verdade.




Mesmo sem fazer gracinhas de gato, nós amamos muito esse gorducho. É sempre bom ter ele por perto.

Todos os dias a gente acorda e procura por ele. Pois, mesmo sendo castrado, ele tem o costume de dar umas voltinhas à noite, então, temos que nos certificar que ele voltou bem.




Durante a obra que vai começar, ele vai ficar bastante estressado, tem medo de estranhos e de barulho. Mas tenho certeza que ele vai ficar bem feliz com a edícula só para ele.

Eu e o maridão, temos uma brincadeira de fazer a voz do Denorex, como se ele falasse, interpretando o que ele quer pela carinha dele. Por exemplo: quando ele está olhando a geladeira dizemos "me dá logo um pouco de leite, humanos mongos!" (é, na nossa interpretação ele é muito mal criado, compatível com a cara de mau dele). Ou quando está deitado de barriga para cima ele diz: "Ai, que vida boa, me faça uma massagem".

Então, quando nos mudarmos e ele ficar na edícula, tenho certeza de que a fala será essa: "Vão tarde! Não esqueçam de encher o pote de ração todos os dias! Talvez lhes faça uma visita".

É isso aí, agora vcs já estão íntimos do nosso filho mais velho. Beijoca!



 
Ali em cima do banco é a Pina, mas falaremos dela adiante.